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Ivy bridge apresenta 20°C a menos quando utilizado pasta "térmica junto do IHS"



Quando foi descoberto que o Ivy Bridge apresentava falhas de 'projeto' a Intel começou a trabalhar para buscar a solução o mais rápido possível, e depois de alguns dias foi confirmado pela Intel que efetivamente substituiu 'os materiais' (composto térmico) que conectam o processador Ivy Bridge com o IHS (heatspreader integrado) por pasta térmica.

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Acontece que os colegas do site PC Watch não esperaram por ter uma resposta oficial dos testes do lado azul da vida, e decidiram por sua própria conta e riscos fazerem a tal modificação e ao invés de usarem um comporto térmico de boa qualidade, usaram logo os 2 melhores do mercado global para este segmento e utilização.

O Objetivo do pessoal era analisar e comparar os resultados, e que conforme podem observar na tabela mais abaixo, o resultado foi insano e siginificanete demais para ficarmos calados

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Para esta análise utilizaram na primeira bateria o padrão térmico oferecido originalmente pelo Core i7-3770K e logo após realizaram a troca pelas pastas Freeze Extreme e por fim a Liquid Pro Coollaboratory, este último oferece uma condutividade térmica maior do 82W/mku e se saiu bem melhor nos resultados finais.Bom, de acordo com os resultados, utilizando a solução e Liquid Pro a temperatura do processador com frequência da CPU em 3,5 GHz foi reduzido em 8 ° C e 11 ° C, respectivamente, enquanto que com uma frequência em Overclock as temperaturas do processador ajustado para 4.6Ghz foram de 15 e 20 ° C inferiores, respectivamente.

Agora provado está que tudo pode ser 'facilmente' resolvido, bastando apenas subistituir o composto térmico oferecido originalmente pela INTEL nas primeiras amostras do Ivy Bridge e assim solucionar a questão das altas temperaturas que este processador vem atingindo.

Porém diante a tantos emails e perguntas que recebemos, gostaríamos de ter todas as respostas para ajudar nosso leitor, mas infelizmente ainda existe uma enorme 'nivem negra' em cima deste assunto, não sabe-se se os processadores serão trocados pela Intel via RMA uma vez que provado está que apresentam falhas de projeto pela má utilização de baixa qualidade no tal composto térmico, ou se será desenvolvido uma nova revisão destes processadores e lançados no mercado, a única coisa que realmente sabe-se é que todos os processadores que estão atualmente no mercado brasileiro estão dentro desta categoria de má qualidade do composto térmico, e a única outra certeza de que temos é que ainda nada foi oficialmente comunicado ou passado pela Intel aos lojistas e distribuidores.

Será que se o usuário resolver por sua conta trocar o composto e algo der errado a Intel aceitará a troca deste exemplar problemático por outro via RMA aqui no Brasil?

É , a Intel tem que dar uma posição e uma solução oficial rapidamente, antes que estes processadores acabem ficando entalados nas prateleiras e nas distribuidoras do Brasil !

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