A Foxconn fez várias exigências, como, por exemplo, a ajuda do governo para conseguir recursos. Esse dinheiro viria tanto do BNDES quanto de sócios privados. O problema é que o banco, conforme uma pessoa ligada às negociações, ficou com a impressão de que a Foxconn, ao final, não faria nenhum investimento. Para piorar a situação, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante, disse nesta semana que as empresas brasileiras não têm fôlego para apoiar o projeto.
Mesmo com a publicação da medida provisória que inclui os tablets na “Lei do Bem”, isentando esses produtos de impostos como o PIS/Cofins, a Foxconn ainda não recebeu a licença oficial do governo para iniciar a produção dos iPads por aqui. Ainda falta se enquadrar no Processo Produtivo Básico (PPB), que exige que pelo menos 50% das telas de LCD usadas nos processos produtivos devem ser fabricadas no Brasil até 2014.
De acordo com Mercadante, ainda existem duas possibilidades de prosseguir com as negociações: persistir na tentativa de iniciar a fabricação, ainda neste ano, do iPhone e do iPad em Jundiaí, ou instalar no Brasil uma fábrica de telas de LDC-TFT com tecnologia que hoje, só está disponível no Japão, Coreia, China e Taiwan.






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