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Menos silêncio e mais explosões em Assassin's Creed Revelations



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Em Assassin’s Creed II, Ezio Auditore se tornou um assassino habilidoso. Em Assassin’s Creed: Brotherhood, transformou-se em líder da seita dos assassinos e no matador mais acomodado da história dos videogames, simplesmente levantando um dedo para mandar uma legião de seguidores eliminar quem surgisse pela frente.

O que você vê no trailer abaixo é o Ezio mais velho e experiente que iremos controlar no novo Assassin’s Creed: Revelations, em uma missão demonstrativa apresentada na E3. Ezio está em Constantinopla, já na metade do jogo. Em Revelations, ele está em busca de cinco chaves escondidas por seu ancestral Altair, o protagonista de Assassin’s Creed. No começo da missão mostrada aqui, Ezio descobre que a próxima chave que precisa encontrar não está na cidade. Ele precisa sair de Constantinopla para rastreá-la. E para isso ele vai explodir algumas coisas.


Eu fiquei, de fato, surpreso com a falta de sutileza da cena. Ezio parece menos um assassino habilidoso e mais um guerreiro super-poderoso. Eu disse isso ao diretor de design de fases do jogo, Falko Poiker. Disse que esse Ezio não parece muito com o Ezio que eu conheci em Brotherhood. Ele me garantiu que os jogadores simplesmente têm mais flexibilidade em Revelations em termos de como eles querem controlar Ezio. Na demo, você está vendo um Ezio que usa uma nova tática ofensiva, uma bomba que você pode arremessar para derrubar guardas à distância. Ele também usa uma bomba de fumaça um pouco mais discreta, uma versão atualizada do que foi visto anteriormente na série. Mas o que não vemos, Poiker me diz, é um tipo de terceira bomba que pode ser usada para atrair ou repelir multidões e facções. Esse tipo de bomba é indicada para jogadores que preferem se esconder em plena multidão, uma tradição da série.

Repare, durante o vídeo, no gancho preso ao pulso de Ezio, que é usado tanto como uma arma quanto um método para fazer tirolesa pelos cabos suspensos pela cidade de Constantinopla. Também podemos ver um canhão lança-chamas no final do jogo, que, Poiker disse, é uma arma historicamente verídica, que atira o chamado fogo grego.

Apesar de a cena toda ter um pouco de ação demais para o meu gosto, Poiker garantiu que poderemos jogar Assassin’s Creed à moda antiga também, de forma furtiva e sorrateira. E afinal de contas, na E3, as coisas precisam fazer barulho para chamar a atenção.

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